Tangerina de primeiro mundo
Ontem comi a tangerina mais gostosa e mais vistosa do que qualquer outra que eu tenha comido no Brasil.
Deve ser porque os Estados Unidos, esse país imperialista e malvado, pega tudo de melhor que nós temos e nos deixa com o resto… Será?
O Teorema de Alchian-Allen, explica toda essa história.
Respostas a Michael Moore
Ron Paul rebate argumentos de Michael Moore no Programa Larry King Live.
O incrível poder de complicar as coisas
Marcelo Paiva, d’O Estado de São Paulo, fala sobre a mais recente invenção da ABNT e do Inmetro, que promete complicar a vida do brasileiro: a tomada de três pinos.
Impostos esquisitos

A maconha é ilegal na Carolina do Norte mas, mesmo assim, o estado lucra com a sua venda. Sob a lei estadual, qualquer pessoa que compra drogas ilegais deve comprar selos dentro de 48 horas para afixar na substância controlada. Se a pessoa for pega sem os selos, ela ainda estará sujeita a pagar o imposto.
Ninguém espera que as pessoas realmente façam isso – desde 1990, apenas algumas dúzias compraram os selos e acredita-se que muitos sejam apenas colecionadores. Mas o estado da Carolina do Norte já arrecadou mais de 68 milhões de dólares pela não apresentação dos selos.
Fonte: Futility Closet
Mais informações sobre esse e outros impostos esquisitos podem ser lidas aqui.
VII Prêmio Donald Stewart Jr.
Estão abertas as incrições para o VII Prêmio Donald Stewart Jr. desse ano.
O Prêmio Donald Stewart Jr. é um concurso de ensaios promovido pelo Instituto Liberal – IL, na pessoa do presidente do Conselho de Mantenedores Paulo Stewart, com o apoio da Foundation for Economic Education – FEE, do Instituto Millenium e do OrdemLivre.org e se destina a jovens de até 26 (vinte e seis) anos completos, matriculados em Cursos Universitários ou Superiores.
A premiação inclui bolsas para os seminário de verão da Foundation for Economic Education e do Cato Institute, além das passagens aéreas e ajuda de custo.
As incrições podem ser feitas no site do Instituto Liberal.
Onde o governo gasta o dinheiro do pagador de impostos?
O portal Libertarianismo.com publicou um guia visual dos gastos do governo Brasileiro.
Clique na figura para ampliar.
Aversão ao “estrangeirismo”
Semelhanças entre o Brasil e o Irã? Tenho certeza de que devem existir algumas.
A aversão que alguns governantes têm ao “estrangeirismo”, com certeza, é uma delas.
Mas parece que lá no Irã eles tentaram ir um pouco mais longe do que aqui no Brasil.
O nascimento de uma má ideia
A mais nova invenção do governo americano é o Travel Promotion Act of 2009.
Com a intenção de promover o turismo para os Estados Unidos, o governo encontrou uma solução mágica: tornar a viagem mais cara.
Liberdade x Felicidade

Gerard O’Neill, do blog Turbulance Ahead, fala que, com a igualdade dos sexos, nós mulheres nos tornamos mais infelizes. A maior liberdade de escolha traz também maiores responsabilidades e a consciência de que não podemos ter tudo o que temos a liberdade de querer.
Mas alguma de nós abre mão dessa infelicidade? Segundo Tim Worstall, não.
Fonft e a liberdade
Continuando a sua luta pela promoção da liberdade, o pessoal da Fonft Produções lançou mais um vídeo na semana passada.
Dessa vez, o personagem principal é um dos barbudos mais queridos do mundo. Não, não esse. Marx.
Ineficiência “verde”
Brian Dunning, do Skepticblog fala sobre A Falácia da Produção Cultivada Localmente.
O famoso problema matemático do Caixeiro Viajante é muito mais do que um jogo divertido. É uma maneira dramaticamente ilustrada de entender as eficiências envolvidas nos modelos de distribuição de produtos. O problema funciona da seguinte maneira: Pegue um mapa e desenhe nele dúzias de pontos. A tarefa do caixeiro é definir uma rota que visite cada ponto, com a mínima distância conectando todos eles. Ele deve visitar muitos locais, e quer gastar o mínimo de gasolina possível. Obviamente, isto é algo que as pessoas estão buscando mais do que nunca nos dias de hoje.
Existe um software gratuito muito legal que usa um algoritmo genético para resolver o Problema do Caixeiro Viajante. Ele foi criado por Michael Lalena e pode ser encontrado em http://www.lalena.com/AI/Tsp/. Desenhe dúzias (ou milhares) de pontos, e o software começará com uma rota aleatória e depois a aperfeiçoe iterativamente, até que ela se torne super eficiente. É divertido tentar cumprir a tarefa com um zilhão de pontos dispostos em um padrão onde parece ser difícil atravessar, e depois ver como o software encontra uma curva surpreendentemente simples que visita todos eles.
Há muitos anos atrás, fiz uma consultoria para uma companhia chamada Henry’s Marketplace, uma empresa varejista que se baseava na comercialização de produtos cultivados localmente. De uma banca de frutas de uma única família, eles se transformaram em uma cadeia de lojas, abrangendo o sul da Califórnia e o Arizona, que vendia os produtos de pequenos agricultores locais. É um negócio amado pelos seus consumidores pela imagem que transmite de alimentos familiares nutritivos, de uma idéia de comunidade e de produtos saudáveis. (A Henry’s Marketplace passou por diversas aquisições e agora é chamada de Henry’s Farmers Markets.)
Parte do que eu os ajudei foi com o gerenciamento do produto em centros de distribuição. Isto levantou uma questão: Eu havia suposto que o modelo de produto “localmente cultivado” significava que eles não usavam centros de distribuição. O que se seguiu foi uma fascinante conversa, onde eu aprendi parte da economia dos produtos cultivados localmente. Foi uma experiência que abriu os meus olhos.
Nos seus primeiros dias, eles não seguiam um modelo verdadeiro de feira de produtores. Os agricultores entregavam os seus produtos direito para a loja, ou eles mandavam um caminhão para cada agricultor. À medida que eles foram aumentando o número de lojas, eles continuaram praticando a entrega direta entre o agricultor e a loja. A abertura de uma loja em uma nova cidade significava encontrar um novo agricultor local para cada tipo de produto naquela cidade. Geralmente, isso era impossível: os consumidores não vivem nos mesmos lugares onde se encontram os agricultores. As fazendas geralmente estão localizadas entre as cidades. Então, a Henry’s acabou mandando uma quantidade de caminhões de diferentes lojas para a mesma fazenda. Logo a Henry’s percebeu que o modelo da mínima distância entre cada fazenda e cada loja resultou em um ninho de rato de rotas cruzando-se por todos os lados. O que era pra ser eficiente, local e amigável, acabou tornado-se não apenas ineficiente, mas grosseiramente ineficiente. A companhia estava queimando uma quantidade enorme de diesel que não precisaria ser queimada.
Você pode adivinhar o que aconteceu. Eles passaram a combinar rotas. Isto significou caminhões maiores, porém em número menor, e menos diesel queimado. Eles experimentaram um centro de distribuição para servir algumas das lojas agregadas mais próximas. O centro de distribuição adicionou uma certa quantidade de tempo e trabalho ao processo, mas (a) cumpriu a entrega na mesma manhã da fazenda para a loja, e (b) cortou a quilometragem tremendamente. A Henry’s adicionou centros de distribuição maiores e percebeu uma eficiência ainda melhor. Hoje, o modelo de distribuição no mesmo dia que vem da fazenda de produtos cultivados localmente, dificilmente pode ser distinguido dos modelos do Wal-Mart ou qualquer outro grande varejista.
É aqui que ele parece contra-intuitivo: Se você olhar para o trajeto viajado por qualquer uma das caixas de produtos, ele é muito maior do que costumava ser. Elas não viajam mais em uma única linha reta da fazenda para a loja; elas agora viajam os dois longos lados do triângulo no seu caminho da fazenda para o centro de distribuição e para a loja. Mas, obviamente, esta visão limitada omite o quadro todo, onde as lojas estão estocadas com produtos que chegaram lá de maneira muito mais eficiente.
Os produtos cultivados localmente raramente são eficientes. Aplique um pouco de matemática ao problema e você descubrirá que a alternativa feia de gigantes centros de distribuição suburbanos realizam a mesma tarefa – produtos frescos nas lojas no mesmo dia em que são recolhidos – mas com muito menos combustível queimado. Isto até mesmo se estende às feiras de produtores locais como os que você deve ter na sua cidade, onde todos os agricultores da família trazem pessoalmente seus produtos à feira para vender. Imagine um mapa com o mercado no centro e as rotas de ida e volta percorridas por todos os cerca de 20 vendedores irradiando do mercado, como pontas de uma estrela-do-mar. Aplicando nosso Modelo do Caixeiro Viajante a este mapa, fica claro que a feira dos produtores é o modelo menos eficiente possível, se você está medindo a eficiência em termos de quilômetros de entrega percorridos e litros de diesel queimados. Para reestruturar este modelo propriamente para que ele se torne tão eficiente quanto os seus proponentes acreditam que ele seja, você dirigiria um único caminhão em uma rota calculada para visitar cada fazenda durante a manhã, vender os produtos a uma única loja, e depois descartar ou doar o que sobrar dos alimentos (por que dobrar a quilometragem para devolver produtos perecíveis para os fazendeiros?).
Não me entenda mal, eu amo as feiras de produtores. Nós vamos à nossa feira local às vezes e é um programa familiar divertido para nós. Nós amamos os maravilhosos tomates e morangos gigantes que se pode conseguir. Eu odiaria ver a experiência substituída pela alternativa eficiente que acabei de descrever, mas eu entendo que as feiras de produtores são mais uma experiência de boutique na comunidade do que uma maneira eficiente (ou “verde”) de comprar comida. A verdadeira razão para apreciar a sua feira de produtores não tem nada a ver com ela ser, de alguma maneira, magicamente amigável ao meio ambiente. É o oposto.
Muito frequentemente, os ambientalistas ficam satisfeitos com a mera aparência e trajes do ambientalismo, sem considerarem os fatos por trás de todo o processo. Aplique um pouco de matemática e um pouco de economia e você descobrirá que uma menor pegada ambiental é o resultado natural da eficiência melhorada.
Desigualdade salarial

Existe desigualdade salarial entre homens e mulheres? E, se existe, de quem é a culpa?
Encontrei dois textos interessantíssimos a respeito do assunto.
No site Ordem Livre, Steve Chapman destaca que, quando existe, a desigualdade é, quase sempre, resultado das diferentes escolhas que fazem os homens e as mulheres.
Penelope Trunk faz uma abordagem ainda mais interessante.
O rebelde desconhecido
Há exatos 20 anos, um homem conseguiu sozinho parar uma fila de tanques militares chineses. Em defesa dos seus ideias, o rebelde desconhecido enfrentou corajosamente o poder de um governo que, ainda hoje, não tolera qualquer confrontação.
Não se sabe o que aconteceu com ele e é difícil acreditar que um governo tão cruel tenha deixado tamanho “desaforo” impune.
Esse episódio deve servir de alerta para passarmos a enfrentar com mais coragem e ousadia tudo que se coloca no caminho da nossa liberdade.
“So go find your own metaphor for the government tank pictured above.
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