Assistencialismo no Brasil

Ótima imagem, tirada daqui, que ilustra muito bem esse artigo.

Em 2008, brasileiro nasce condenado a trabalhar metade da sua vida para pagar tributos

 

 

 

A carga tributária sobre renda, consumo e patrimônio já consome 148 dias de trabalho do brasileiro;

Em 2008, o brasileiro trabalhou até 27 de maio para pagar impostos, taxas e contribuições;

 Em 1900, a expectativa de vida era de 33,4 anos, enquanto que a expectativa de pagamento de tributos era de 3,92 anos;

Em 1950, a expectativa de vida era de 42,6 anos e a expectativa de pagamento de tributos era de 6,82 anos;

Em 2000, a expectativa de vida era de 70,5 anos e a expectativa de pagamento de tributos era de 23,31 anos;

Em 2008, a expectativa de vida é de 72,3 anos e a expectativa de pagamento de tributos é de 29,29 anos;

O brasileiro que nasce em 2008 trabalhará metade de sua vida para pagar tributos;

Em 108 anos a expectativa de vida do brasileiro cresceu 116%, enquanto a expectativa de pagamento de tributos aumentou 245%.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ordem Livre no Manhattan Connection

A edição dessa semana do Manhattan Connection contou com a presença de Diogo Costa, editor do site OrdemLivre.org.

Clique aqui para assistir.

Ordem Livre

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Entrou no ar no dia 10 de Dezembro OrdemLivre.org, “uma organização não-governamental sem qualquer vínculo partidário. Fundada sobre os princípios de liberdade individual, mercado livre, paz e governo limitado, OrdemLivre.org promove uma ordem econômica eficiente e uma filosofia política moral e inspiradora por meio de publicações e eventos.
OrdemLivre.org faz parte do Centro de Promoções de Direitos Humanos do Cato Institute.”

A Filosofia da Liberdade

       Autor: Ken Schoolland                                            Produtor: Kerry Pearson 
                                                      Musica: Music2Hues

TV Pública, um olhar dos brasileiros?

Publicado no jornal Estado de São Paulo em 07/10/07
Por Gaudêncio Torquato

“Quem é dono da flauta dá o tom.” A TV Pública começa a nascer sob um tom menor, pois o Poder Executivo, o dono da flauta, dá todas as pistas de que a emissora, planejada para ser a voz plural da brasilidade, terá um forte viés estatal. Não se justifica a adoção de uma medida provisória para implantar a rede TV Brasil. Onde estão os critérios de relevância e urgência inerentes a esse instrumento excepcional? O presidente da República indicará os membros do Conselho Curador da nova cadeia, com suporte na estrutura da Radiobrás, que tem selo chapa-branca e possui o maior complexo de transmissores e antenas de radiodifusão em ondas médias e curtas da América Latina. Os executivos que definirão a melodia também são escolhidos pelo ministro da Comunicação Social. Sob esta concepção de organização e mando, forja-se o aparato para vitaminar a comunicação governamental, mesmo que se perceba o esforço dos gestores do sistema em dizer que o Poder Executivo não influenciará a programação. Um ente gerado com o sangue do doador tende a replicar seu DNA.

Em se tratando do atual governo, há razões para acreditar que a marca do lulismo permeará a condução da TV Pública, indicando pautas, induzindo atitudes, marcando posições. Remanesce a lembrança de sua recente tentativa de impor amarras aos sistemas de comunicação e cultura. Ademais, o presidente, escudado na aura do carisma e na confiança que ainda desperta, principalmente na base da pirâmide social, não parece inclinado a flexibilizar posições e a ponderar sobre escolhas e rumos. Ao dizer que o novo órgão pretende manter os diversos “sotaques” do País e reforçar o debate, Lula olha mais para si do que para outros, porque sabe que, na Babel nacional, o “sotaque” que reverbera é o dele.

Na História da humanidade são raros os casos de governantes que construíram impérios sem amparo na força da comunicação. Da antiguidade ao século 15, os mandatários usavam o gogó e os gestos. Na passagem do Estado-cidade para o Estado-nação, a expressão ganhou mais fôlego, saindo da galáxia de Gutenberg - livro e imprensa - para a de Marconi, a era do rádio. Foi este canal de comunicação, primeira experiência da implosão eletrônica, que garantiu a Hitler estreito contato com as massas. A personalização do poder avançou nas ondas do rádio. Na seqüência, chegou a vez da televisão, que funciona, hoje, como palco central da telepolítica. Aí, os atores se esmeram na maximização da performance. Kennedy costumava dizer que a TV era a sua melhor arma, pois “o eleitor reage à imagem, e não ao homem”. Voltemos aos nossos tumultuados trópicos. Lula atira com todas as armas, mas o gogó é a principal. Freqüenta a galáxia de Marconi nas segundas-feiras, ao dar recado às margens sociais, abusando da “telecracia” ao perorar para platéias sob os holofotes da televisão. Aliás, a TV comercial é que promove os maiores comícios eletrônicos do País. São 21 emissoras abertas, convocadas para fazer chegar a 1.561 retransmissores, 2.911 municípios e 40 milhões de lares que contam com aparelhos de TV os gargarejos das nossas autoridades. Este ano, 12 integrantes do primeiro escalão governamental usaram a telinha comercial para a cerimônia de autoglorificação. Vale lembrar que a administração federal já dispõe da Rede Governo, exclusiva para enaltecer seus feitos.

A nova proposta televisiva cairá como uma luva na forma lulista de governar. Sob o conceito de que será o “olhar dos brasileiros”, expresso pelo futuro presidente do Conselho Curador, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, defenderá um ideário plural: valores éticos e sociais da família, regionalização da produção cultural, artística e jornalística e estímulo à produção independente. Estará imune às pressões do Executivo? Não. Os gestores nomeados pelo governo terão coragem de criticá-lo? O mais destacado exemplo mundial de TV pública, a BBC não escapa das pressões do governo inglês. Mas resiste com bravura. Lá, quem dá o tom são os contribuintes, que garantem à rede uma receita anual de 2,5 bilhões de libras, equivalentes a R$ 12 bilhões. A fragilidade do modelo brasileiro de TV Pública começa na origem dos recursos. Os “donos do poder” se acham no direito de, ao conceder as verbas, declinar os verbos. A programação focada na promoção da cidadania passará pelos palácios, razão pela qual a independência e a autonomia só serão viáveis sob ordenamento jurídico adequado, participação efetiva da sociedade no processo decisório, definição de custeio e conteúdo.

É utopia imaginar que a TV Pública brasileira estará imune às pressões do governo. Não por acaso, dedica-se intenso esforço para estatizar meios e recursos voltados para a meta de desenvolvimento de um projeto de poder de longa duração. Essa modelagem se assenta em alguns eixos, a saber: consolidação da estabilidade econômica, reforço à política social-distributivista de renda, ampliação do tamanho do Estado, partidarização da administração e fortalecimento dos movimentos sociais. A comunicação pública é o fecho do circuito. Ainda mais quando se tem no comando do País um comunicador por excelência. Lula já se comparou a Getúlio e Juscelino. No quesito comunicação, porém, seu modelo está mais para Napoleão, que adorava ver-se como Narciso. Bonaparte recorria à imprensa para embelezar o perfil. Lula parece sonhar com a mesma idéia.

* Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP e consultor político

I, Pencil

Milton Friedman fala um pouco sobre a mensagem contida no livro ”I, Pencil”, do criador da Foundation for Economic Education, Leonard E. Read.

O livro completo pode ser lido aqui.

The debate is NOT over.

Politopia

O Institute for Humane Studies traz aqui um quiz bem legal pra quem ainda não sabe exatamente onde se encaixa politicamente.

O site mostra também uma introdução aos conceitos de direita e esquerda e suas diversas ramificações, posicionando devidamente algumas das principais figuras do cenário político.

Banindo a água em defesa do meio ambiente

O programa de televisão Penn & Teller, exibido no Brasil pelo canal FX, conseguiu mostrar que muitas pessoas estão tão influenciadas pela ladainha em torno do aquecimento global que estão dispostas a banir até mesmo o “malígnoH2O.

Environmentally Friendly Laziness

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Farsa Premiada

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Al Gore e o IPCC ganharam o Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho referente ao aquecimento global. O motivo eu não sei, já que terrorismo ambiental e catastrofismo não podem ser classificados como esforços em favor da paz.

Nobel Foundation perde mais um pouco da sua credibilidade e mostra mais uma vez o seu posicionamento político. Não deveríamos esperar muito mesmo de um órgão que já concedeu o prêmio de economia a Hayek e a um socialista ao mesmo tempo. Como podem ambos estar certos?

Mais sobre o assunto aqui, aqui e aqui.

Dicionário terminológico da esquerda

Clique aqui para acessá-lo.

Bagunça no “Congreço”

Bagunça no “Congreço”

Desde o mês de agosto, milhares de documentos oficiais da Câmara e do Senado vinham sendo estampados por um carimbo contendo a grafia errada de Congresso Nacional.

O erro só foi descoberto há três dias.

Star Wars e Liberdade

                star-wars.jpg

O que Star Wars tem a ver com liberdade?

Tudo!

O site do Ludwig Von Mises Institute traz uma seleção de ”Films on Liberty and
the State”. Destaco aqui um pouco do que foi escrito sobre a saga Star Wars.

  • The films claim to be pro-liberty! From the scrolling-off-into-the-distance intro text: “…restore freedom to the galaxy” (Episode IV), “a group of freedom fighters led by Luke Skywalker…” (Episode V), “the small band of rebels struggling to restore freedom to the galaxy” (Episode VI).
  • The theme of the Republic declining into an evil empire is an ancient libertarian theme going back to Cato’s resistance to the onset of empire in Rome. The portrayal of the bureaucratic/military empire vs. the “ragtag” people’s resistance is right on target.
  • “So this is how liberty dies - to thunderous applause.” (Padme)
  • “A Jedi uses the Force for knowledge and defense. Never for attack.” (Yoda) How many other movies can you think of that have such a clear presentation of the libertarian doctrine on the use of force?
  • In the grand old Anglo-American tradition of continuing to provide goods even when the government stupidly gets in the way, we have the heroic smuggler Han Solo who specializes in outfoxing the Empire to do business.
  • No conscription for these freedom fighters! When the valuable pilot Han Solo plans to leave the Rebellion his decision is respected: “He’s got to follow his own path, no one can choose it for him.” (Leia)
  • Empire, accurately, is portrayed as a mass murderer in the destruction of the peaceful planet of Alderan and everyone on it. As a symbol to represent this past century of the killer State, I propose the dreaded Death Star.

A lista completa dos filmes pode ser vista aqui.