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Os 10 impostos mais estúpidos já vistos

No TIMES ONLINE.

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O milagre da pobreza

No início do século 20, a Argentina era uma das economias mais prósperas do mundo. Mesmo se desenvolvendo com considerável atraso em relação aos demais países ricos, o fez a uma velocidade impressionante, graças a um regime amigável ao livre comércio. A boa situação do país atraía um enorme volume de capital estrangeiro e um fluxo de pessoas que só era menor do que o que se dirigia aos Estados Unidos. Estranha aos ouvidos, atualmente, a expressão “rico como um argentino” era ouvida frequentemente nos cafés parisienses quando se desejava fazer menção a um cidadão abastado.

Como um país que já foi o 7° mais rico do planeta, na década de 1920, hoje ronda a 80ª posição no ranking mundial de renda per capita?

Uma pesquisa da empresa de consultoria Strategic Forecasting revelou que a maioria dos latino-americanos viu a última crise da Argentina como o fracasso do liberalismo econômico no país. Entretanto, não foi levado em consideração que, há muito tempo, a Argentina não é regida por políticas liberais.

Graças às mudanças no regime de propriedade ― com a implementação das políticas nacionalistas e protecionistas ― desde meados da década de 1940, a próspera Argentina passou a trilhar o caminho da decadência. Perón se encarregou de desencorajar o investimento e a inovação, através da nacionalização, e de fomentar o desperdício de recursos, através da imposição de elevadas tarifas de importação, fazendo o país depender da ineficiente e cara produção interna.

O dirigismo estatal e a politização da economia foram, aos poucos, enfraquecendo aquela que, um dia, fora uma grande nação. A irresponsabilidade de favorecer o redistributivismo ineficiente do Estado e a força, ao invés do comércio e da cooperação, custou um preço altíssimo ao país.

O fato é que, na mesma intensidade que as boas políticas fazem prosperar, as más políticas empobrecem. Para Leon Louw, diretor executivo da Fundação Free Market, da África do Sul, “pobreza, não crescimento econômico, é o verdadeiro milagre hoje em dia”. E maus governos fornecem receitas eficientes para garanti-la.

Gazeta do Sul – 21/01/09.

Jornal A Razão – 22/01/09.

Diário de Santa Maria – 05/02/09.

Freedom

“Freedom”
Don’t wanna be a martyr in this war
Don’t wanna hear the same excuses anymore
That everything’s a threat
And it’s only gonna get worse if we let it

Don’t wanna blame the rich for what they got
Don’t point a finger at the poor for what they have not
Though the politician and the priest
Live in the belly of the beast because we fed it

Freedom is seldom found
By beating someone to the ground
Telling them how everything is gonna be now, yeah

Now if the tables were turned tell me how you would feel
Somebody busted up into your house telling you to stay still
While the leaders will deny defeat
Innocents they testify by dying in the street

Freedom is seldom found
By beating someone to the ground
Telling them how everything is gonna be now

Freedom is seldom found
By beating someone to the ground
Telling them how everything is gonna be now

Amos Lee.

Seasteading

Liberdade política no meio do oceano. Essa é a idéia de Patri Friedman (neto de Milton Friedman) com a criação do  Seasteading Institute.

pai dele não acredita que dê certo. Nem eu – mas gostaria de estar errada.

A idéia é interessante.

Capitalismo à prova

Matéria publicada na Folha de 29/11/08.

“Irlandês colocará o capitalismo à prova vivendo um ano sem dinheiro

Mark Boyle é um economista irlandês de 29 anos que quer mostrar que os princípios que regem o capitalismo estão errados e que não é necessário gastar nenhuma libra para se viver com dignidade.

Boyle tentará, a partir de hoje e durante pelo menos um ano, viver em um trailer em Bristol, no oeste da Inglaterra, com um fogão à lenha, um chuveiro com painel solar, uma bicicleta e um buraco no chão como banheiro.”

Suponho que ele mesmo fabricou o trailer, montou o fogão, inventou o chuveiro e construiu a bicicleta.

Quanto ao buraco no chão…ah, esse é fácil.