Archive for fevereiro \27\UTC 2009|Monthly archive page

Incomodação politicamente correta

Cidadão interrompe o palestrante que exemplificou o tema abordado mencionando lei que disciplina o trabalho dos catadores de lixo:

“Não são catadores de lixo, são coletores de materiais recicláveis.”

Haja paciência.

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Papel do goveno na economia: nenhum

misesAlguém perguntou para Mises: “Você quer dizer que o governo não deveria ter feito nada durante a Grande Depressão?

Mises respondeu: “Eu quero dizer que o governo deveria ter começado a não fazer nada bem antes daquilo.”

O artigo inteiro publicado no site da FEE pode ser lido aqui.

O começo do fim

O que Obama falou quando assinou o tal pacote de “estímulo”:

“I don’t want to pretend that today marks the end of our economic problems. Nor does it constitute all of what we have to do to turn our economy around. But today does mark the beginning of the end.”

Bela escolha de palavras…

Conhecendo Bastiat

Alguns ensaios de Bastiat podem ser lidos aqui.

800 bilhões de razões para preocupação

Pacote de estímulo da economia dos Estados Unidos aprovado no Senado.

Update: Ah, claro….agora são apenas 789 bilhões de razões.

Libertypedia

A enciclópedia libertária online Libertypedia foi lançada recentemente pelo site Libertarianismo.com.

Acabou de começar, mas já oferece muita informação.

Benicio del Toro sem respostas

Benicio del Toro em seu melhor papel: o de bobo.

Ameaça do protecionismo

A idéia foi tão boa que durou só dois dias.

Vai aí um artigo publicado no jornal A Razão, no dia 29/01/09.

Ameaça do protecionismo

Desde a década de 1990, o Brasil vinha trilhando (ou, pelo menos, tentando trilhar) o caminho para uma maior abertura econômica. Segundo o Banco Mundial, antes mesmo da recente imposição do controle das importações, o Brasil ainda era uma das economias mais fechadas do mundo, ocupando a 92ª posição no ranking que mede a abertura às importações. Agora, o Brasil voltou no tempo e ameaça mandar pelos ares muitos dos esforços para promover a maior liberdade econômica.

Para ilustrar os absurdos do protecionismo, o economista francês Frédéric Bastiat publicou, no século XIX, uma petição satírica onde os fabricantes de velas, lamparinas, postes de luz e de tudo que se referia a material de iluminação pediam ao governo para que fossem fechadas todas as janelas, frestas e quaisquer aberturas por onde a luz solar pudesse penetrar. A justificativa era que a “importação” da eficiente e gratuita luz do sol prejudicava seus negócios.

A ingenuidade dos militantes fictícios do protecionismo guarda muitas semelhanças com o pensamento dos protecionistas da realidade. A exigência de licença prévia para importação imposta pelo governo abrange 60% do total de produtos importados pelo país e pode causar aumento de preços e atrasos na produção, prejudicando quem importa, quem exporta e, principalmente, o consumidor.

Que benefício tem um país ao ver suas empresas paralisadas pela falta de matérias-primas? “Quando a coisa falta, o preço se eleva. […] O preço se eleva quando e porque a coisa falta”. A conclusão de Bastiat não é uma novidade. É simples e lógica. Mesmo assim, parece não ser compreendida pelos cérebros que regem o país. Como fazer reinar a liberdade e a fartura, se as leis defendem  o protecionismo e a miséria?

Quer seja transitória ou não, a medida do governo já vem mostrando os estragos que o protecionismo pode causar. Qualquer uso da força para restringir os indivíduos de realizarem trocas comerciais entre si é desonestidade, pois qualquer tipo de espoliação, seja legal ou ilegal, é sempre imoral.