Archive for março \26\UTC 2009|Monthly archive page

What the hell?

hellbanknote

Na China, é “possível” mandar dinheiro para os familiares mortos. As “Hell banknotes” são enterradas em uma cerimônia tradicional e podem ser usadas pelo defunto para subornar o rei do inferno por uma estadia mais curta.

Tirado daqui.

“Velhos mitos nunca morrem”

“Old myths never die; they just keep showing up in economics and political science textbooks.” – Lawrence W. Reed

Continuando o assunto sobre desensinar economia, um ótimo livro pode ser lido online ou baixado no site da FEE: Great myths of the Great Depression.

Desensinando economia

Leo Huberman pode ser bom em despertar em qualquer um o sentido de revolta. Mas não entende nada de economia.

Se no 1° semestre da faculdade meus professores tivessem recomendado a leitura de Economia numa única lição (ou até mesmo  As aventuras de Jonas, o ingênuo) ao invés de A história da riqueza do homem, eu teria perdido bem menos tempo tentando entender economia.

O mito do CW

Pra já ir entrando no clima da minha monografia, lá no OL tem um ensaio muito interessante sobre o Consenso de Washington.

O mito do Consenso de Washington

por Paulo Roberto de Almeida

Continuando minha série sobre as “falácias acadêmicas” – inaugurada por artigo sobre o mito do neoliberalismo, pretendo agora tratar do segundo mito mais abusado dos últimos 20 anos, aquele que pretende que, em algum momento, a América Latina se dobrou a um conjunto de injunções vindas de Washington e aplicou esse pacote “neoliberal” com uma inconsciência ingênua que teria beirado a irresponsabilidade. Esse “pacote” de prescrições relativas à condução macroeconômica nos países latino-americanos recebeu o nome – inclusive porque ele foi auto-atribuído – de “Consenso de Washington” (doravante: CW). Os problemas reais e supostos do CW – e o mito daí decorrente – começam justamente por esse “acidente geográfico”, não puramente circunstancial, posto que reveladores de uma coincidência infeliz: o selo de origem o condenou a ser visto, desde o início, com desconfiança, quando não o situou no limite da rejeição e do repúdio ideológico por parte de toda uma categoria de “produtores acadêmicos”. (…)

Onde morar nos Estados Unidos

eua1Pensando em virar imigrante nos Estados Unidos?

Usando os dados do statepolicyindex.com, Chris Hundt criou um ranking interativo de liberdade dos estados norte-americanos que pode ser útil na escolha do lugar.

“Eu sou o meu próprio país”

A man accused of driving drunk said Pennsylvania courts have no jurisdiction over him because he’s his own country. After seeing the paperwork that 44-year-old Scott Allan Witmer filed with the court claiming sovereignty, a Northampton County judge said Tuesday he cannot be released from jail until he gets a mental exam.”

Dois Paraguais

“Um livro de geografia distribuído pelo governo paulista aos alunos da sexta série do ensino fundamental traz duas vezes o Paraguai no mapa da América do Sul…”

Se levarmos em conta a liberdade econômica, acho que o caso não é tão grave quanto seria se fossem duas Venezuelas. 🙂

“Democracia não é só eleição”

Reinaldo de Azevedo: ” A Democracia venezuelana de Obama e Hillary

Hora de reforma trabalhista

Do blog do Instituto Millenium, por Cristina Camargo:

Crise expõe a necessidade de uma reforma trabalhista

O editorial do O GLOBO de 12/03 demonstra por que é necessário uma reforma trabalhista urgente: “Se na bonança a descomplicação da relação empregatícia e o corte do seu alto custo poderiam ser feitos sem traumas políticos, agora as mudanças ajudariam a conter as pressões por mais demissões. Segundo especialistas, o mundo que emergirá da crise preferirá, mais do que no passado, relações de emprego menos custosas, mais maleáveis. Logo, está mais do que na hora de dar segurança jurídica à terceirização e às “empresas personalíssimas”, cujo dono é o próprio prestador de serviços.
A inércia de Brasília e sindicatos apenas produzirá mais subemprego, na melhor hipótese.”

Piada do dia

Já que é sábado, vamos ler bobagem pra descontrair.

Lula diz que ‘Manifesto Comunista’ já dava receita contra crise.

Dica do Marcos Ludwig.

Mais um pacote de “estímulo” a caminho

pig“House Speaker Nancy Pelosi said Tuesday that another stimulus package might be needed to help the ailing economy.

Pelosi, whose comments followed a meeting with several economists, said the measures already taken by the Obama administration are helping to restore confidence in the shaky financial markets.()”

Por que não seguir os conselhos do Lula

lula Donald Boudreax explica por que não seguir os conselhos do nosso sábio presidente.

Falha do capitalismo?

Outro ótimo post publicado no blog do Ordemlivre.org.

Falta de respeito à propriedade privada

Hugo Chávez continua sua onda de “reformas” na Venezuela.

Chávez dá prazo para Coca Cola desocupar área em caracas.

Chávez anuncia expropriação de fazenda de papeleira  irlandesa.

Governo Venezuelano expropria fazenda de empresário.

Gerando desemprego

As rígidas regulamentações trabalhistas no Brasil prejudicam o emprego e a produtividade. O custo para se empregar mão-de-obra no país é altíssimo, assim como o de dispensá-la. Os benefícios obrigatórios exigidos pela legislação tornam os custos trabalhistas pesadíssimos para o bolso do empregador.

Além disso, a simples estipulação de um salário mínimo é capaz de gerar desemprego, lesando quem se propõe a vender seu trabalho por um preço menor. Não há como discordar de que um emprego mal remunerado ainda é melhor do que emprego nenhum. A “crueldade” de oferecer salários baixos aos trabalhadores é muito menos grave do que a crueldade de proibir-lhes de trabalhar pelo salário que se propuserem, seja qual for.

Empresários criam empresas porque desejam o lucro. Quando a mão-de-obra se torna demasiadamente cara, eles procurarão maneiras mais baratas de produzir de acordo com os seus recursos, seja através da diminuição do número de empregados, da compra de máquinas mais eficientes ou de outros meios mais econômicos. O princípio que explica esta situação é simples: quando o preço de qualquer coisa aumenta, a demanda por ela diminuirá. Nenhum empresário manterá empregados que lhe causem prejuízo.

Estabelecendo uma remuneração mínima, o Estado faz caridade às custas do empregador, que terá que arcar com o salário do empregado, quer o seu desempenho corresponda ao preço pago pela sua mão-de-obra ou não.

A demanda de trabalho por parte dos empregadores é determinada pela produtividade que eles esperam que os trabalhadores ofereçam. Se os salários são aumentados por decreto do governo, ao invés de serem aumentados pela maior produtividade alcançada pelo trabalhador, cria-se um desestímulo para a contratação de mão-de-obra. O que determina o salário deve ser a produtividade obtida através do trabalho. Aumentos de produtividade devem gerar aumentos de salários. Nada é mais justo do que isso.

Defender que o salário mínimo garante o que é necessário para que um trabalhador viva com o básico para a sua sobrevivência não é justificativa suficiente para a sua existência. Se um trabalhador não consegue sustentar-se com menos de R$ 465,00, como alegam os defensores do salário mínimo, o cidadão que não conseguirá sua colocação no mercado de trabalho sobreviverá sem salário algum?

Em um livre mercado trabalhista o governo seria neutro. Apenas se ocuparia de reforçar as obrigações contratuais entre o empregador e o empregado, agindo como mediador em possíveis desacordos entre os envolvidos e punindo a violência contra os indivíduos e contra a propriedade.

No final das contas, o instrumento supostamente criado para ajudar os trabalhadores pouco qualificados acaba penalizando-os e dificultando a sua entrada no mercado de trabalho. No entanto, consegue exercer perfeitamente o papel de fazer o governo parecer solidário.

Jornal A Razão – 19/02/09

Mais sobre o assunto aqui.