Archive for abril \30\UTC 2009|Monthly archive page

Um olhar sobre a globalização

premio

Meu ensaio do VI Prêmio Donald Stewart foi publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.

O tema dessa edição do Prêmio foi “Globalização e Liberdade”.

Quem quiser ler, vai .

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O menino que só queria estudar

Charlinho: brasileirinho guerreiro, “guerrido”. Só queria estudar. Coitado.

Censura de sonhos

The Onion mostra uma discussão engraçadíssima acerca do controle governamental sobre o conteúdo violento e inapropriado dos sonhos.

Should We Be Doing More To Reduce The Graphic Violence In Our Dreams?

Are you a terrorist?

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“According to recent reports issued by the Missouri Information Analysis Center and the Department of Homeland Security, domestic terrorist activity may be on the rise. Are you part of the problem? Find out now. This quiz only takes a few seconds and will provide you (and the relevant authorities) with answers, dammit!”

O significado do Dia da Terra

Don Boudreaux fala o que o dia de ontem significa pra ele.

Dia da Terra, pra mim, significa uma oportunidade para expressar gratidão por todos os meios pelos quais o capitalismo torna nossas vidas e meio-ambiente mais limpos e saudáveis.

Sou grato pelo automóvel, que limpou nossas ruas e estradas das fezes de animais, que já são sujas e nojentas, e que atraem moscas que as espalham dentros de nossas casas e locais de trabalho.

Sou grato pelo automóvel também porque ele nos permite viajar em um ambiente mais limpo do que quando tínhamos que viajar sobre o lombo de um cavalo. Automóveis modernos refrescam ou aquecem o ar imediatamente, fazendo com que seus passageiros se sintam confortáveis e, no verão, menos suados e fedorentos.

Sou grato pelo ar condicionado que mantém nossos ambientes interiores não apenas confortáveis, mas mais saudáveis, à medida que nos permite manter os insetos do lado de fora de nossas casas, lojas, fábricas e escritórios – e também, em lugares úmidos, reduzir dramaticamente o surgimento de mofo e fungos em nossos lares.

Sou grato pelo encanamento (As propriedades antipoluentes aqui são tão óbvias para descrever). Há também as fraldas descartáveis – produto pelo qual sou mais grato ainda.

Sou grato pelas sopas baratas, shampoos, pastas de dente, fio dental, lenço de papel e bandagens de plástico e outros itens de primeiros-socorros que tornam possível nos despoluirmos regularmente.

Sou grato pelos eletrodomésticos, que (junto com detergentes modernos – pelos quais também sou grato) nos permitem limpar nossas roupas e louças sujas – limpá-las mais profundamente do que era possível no passado, e gastando muito menos tempo do que antes. Esses aparelhos nos permitem reciclar nossas roupas e louças para muitas reutilizações.

Sou grato pela eletricidade, por tornar esses aparelhos possíveis – e por permitir iluminarmos nossos lares sem velas sujas e esquentarmos nossas casas sem carvão, lenha, turfa, ou outras substâncias imundas.

Sou grato pelos plásticos, que muito efetivamente e a custos muito baixos nos permitem isolar bactérias. Uma sacola de plástico, por exemplo, mantém a bactéria da comida confinada no seu interior.

Sou grato pela refrigeração, por retardar o crescimento de bactérias e manter nossa comida mais limpa e saudável.

Sou grato pelos fertilizantes químicos, que aumentam a produtividade do solo, auxiliando na prevenção da má nutrição – capacitando nossos corpos para lutarem contra doenças que mais provavelmente atingiriam, podendo até matar, pessoas mal nutridas.

Sou grato pelas fábricas (e pelos combustíveis que as movem) que tornam possíveis coisas como os têxteis modernos – que, em sociedades de mercado livre, proporcionam até a pessoas pobres várias mudas de roupas limpas.

Sou grato pelos inseticidas modernos e purificadores, que nos protegem de insetos e bactérias que, de outra maneira, iriam poluir nosso ambiente.

Sou, em resumo, grato pelos mercados livres baseados na propriedade privada, que são o motor por trás desses (e muitos outros) anti-poluentes – uma força tão poderosa que hoje podemos aproveitar o incrível luxo de podermos nos preocupar com tantas formas de problemas ambientais tão distantes e especulativos, como a extinção de espécies e aquecimento global.

Legalização das drogas

Diogo Costa, editor do OrdemLivre.org, fala sobre a legalização das drogas na Record News.

Repertório libertário

notas-musicais Helio Beltrão , do Instituto Mises Brasil, criou aqui uma seleção de músicas que, de alguma uma forma, têm a ver com liberdade.

Aviso

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[tomara que não tenha sido feita com dinheiro público] 🙂

Cotista cego vai à aula dirigindo

Do Diário de Santa Maria de hoje:

“O cego que dirige

O caso de Tatiana Barbosa, que entrou na Pedagogia da UFSM como cotista e depois teve a matrícula cancelada, não é o único que chegou para análise do procurador Rafael Miron nos últimos dias. Contra Tatiana, não vai haver investigação ou processo, pois ele concluiu que ela não agiu de má-fé. Situação diferente de outro caso que também foi parar no Ministério Público Federal. Um jovem passou no vestibular como cotista portador de necessidades especiais, dizendo-se cego e apresentando exames para comprovar sua condição. O problema é que ele tem sido visto dirigindo um carro… Mais capítulos dessa história devem ser vistos nos próximos dias, na Justiça Federal.”

Privatização do oceano

Peter T.  Leeson dá uma solução para a pirataria na costa da Somália.

Want to Prevent Piracy? Privatize the Ocean [Peter T. Leeson]

 
“Following the freeing of American ship captain Richard Phillips from a band of Somali pirates Sunday, commentators have turned their attention to what can be done to control and prevent future piracy. The solutions suggested so far are what you might expect: Hit the Somali pirates at home with overwhelming force; reestablish “law and order” in Somalia so that pirates can’t flourish; and, closely-related, focus on state building in Somalia so citizens have lucrative employments other than piracy to turn to.

One suggestion that isn’t being considered, but should be, is to privatize the seas – especially those off Somalia’s coast. As the old adage (at least among economists) goes, “What nobody owns, nobody takes care of.” This is as true for oceans as it is for anything else. Piracy is just one manifestation of nobody taking care of what nobody owns when that “what” is the sea.(…)”

Reinaldo Azevedo no OrdemLivre

“Será que o livre mercado corrompe o nosso caráter?”

Reinaldo Azevedo respondeu ontem para o OrdemLivre.org.

*Dica atrasada, mas como eu não tinha visto, pode ser que alguém tenha deixado passar também.

Economia numa única lição

hazlittLivro novo disponibilizado recentemente no site do OrdemLivre.org :

“Economia numa única lição”, de Henry Hazlitt.

 

É a  matéria de introdução à economia que nunca se ensina na faculdade.

Boa leitura!

Fim das férias libertárias

De volta depois de curtas (mas produtivas) férias, me sinto ainda mais empolgada pra estudar e falar das coisas nas quais acredito.

Pude visitar a sede do Instituto Liberal, no Rio, e também tive o prazer de conhecer, pessoalmente, amigos liberais como Juliano Torres, Rafael Guthmann, Luciana Lopes, Lucas Mafaldo, Lucas Mendes, a equipe do Ordem Livre e muitos outros.

O evento realizado pelo Ordem Livre em Porto Alegre foi ótimo e acredito que vá resultar em muitos projetos para difundir as idéias liberais pelo país.

Em seguida, veio o Fórum da Liberdade, que esse ano discutiu a cultura da liberdade. Me arrependi de estar tão perto e não ter participado antes. O Café Colombo fez uma ótima cobertura do evento.

Que comece o trabalho!